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Para quem utilizar o mozilla firefox, e para aqueles que não o fazem, aconselho-vos a instalar a web developer tool. O que é isto? Basicamente é um conjunto muito grande de ferramentas que ajudam não só no design, mas também nas questões de acessibilidade. Porquê? porque tem incluído um sistema de validação de htlm, css, WAI, entre outros. Instalem no firefox, usem e abusem…é muito útil.
Fica a sugestão – Web developer tool.
Até ao próximo post,
Nuno Regadas
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O site disponibiliza um motor de busca. Aqui encontramos logo um grande problema. O motor de busca está em inglês e não em português. Não se percebe esta opção, particularmente se ainda estivermos com a língua portuguesa seleccionada. Quer a pesquisa um, quer a pesquisa avançada encontram-se em língua inglesa. Este é claramente um ponto negativo que é muito visível mesmo para o visitante comum. Os motores de busca em portais são muito importantes, pelo que será das ferramentas mais utilizadas. Estando assim com este erro, que penso ser de simples resolução, só contribui para uma classificação menos elevada. Outro problema com a pesquisa é o facto de no formulário de pesquisa não ter nada escrito. Isto é particularmente difícil para pessoas que usem programas de leitura de ecrã uma vez que o programa ao chegar a um formulário em branco não lê nada, uma vez que lá não tem nada escrito. Aliás este facto está compreendido na directriz 12 “Forneça informação de orientação e contexto”.
O arquivo do portal está organizado para facilitar ao utilizador a sua pesquisa de documentos mais antigos.
O site sofre de um problema que se pode tornar grave caso não seja resolvido. Estou a falar da compatibilidade entre browsers. O que se verifica é que o portal se for visto no firefox aparece com o menu de pesquisa em Inglês, mesmo que a língua escolhida seja o português. Se testarmos no Internet Explorer 6.0, isso não acontece. O mesmo não se passa se o portal for visto no Opera. Este erro é grave. Pode levar a grandes confusões por parte dos utilizadores, bem como a frustração por parte dos mesmos. Verifica-se que o firefox é cada vez mais utilizado, pelo que deveria ser tido em consideração a forma como a informação aparece neste browser. Neste caso assistimos, não a uma incompatibilidade de browsers por verificarmos que o posicionamento das imagens é diferente, mas sim um problema mais grave se calhar. A mudança de uma língua para a outra sem o utilizador ter decidido algo.
O site possui metadados o que é favorável para quem precisa de pesquisar informação. Os metadados fornecem uma descrição dos conteúdos do site através de palavras-chave para que os motores de buscam consigam encontrar através dos seus mecanismos de busca.
Quanto à barra de navegação, verificamos que a barra que se encontra na parte superior do site se repete ao longo de toda a navegação. Ainda assim, também vemos que ao entrar num destes links principais, do lado esquerdo aparecem depois os vários menus com os vários sub-links. Este novo menu pode ser uma vantagem para o utilizador, contudo, não há uma clara distinção entre o que são links principais e os sub-links, isto para além da identação. Uma fonte de tamanho mais reduzido poderia talvez resolver esta questão.
Estará este site preparado para ser visto numa resolução de 800X600?
À primeira vista não. Após um pequeno teste concluí que tal não é possível, sendo que aparece uma, então, inevitável scroll bar lateral, o que é um erro só por si. Aliás, este site não consegue ser visto na resolução de 640X480. Apesar de hoje em dia muito de falar sobre qual o standard, se 800X600 ou 1024X768, o site deveria estar pelo menos apto a ser visualizado em 800X600. Podemos perceber que esteja optimizado para 1024X768 uma vez que o governo com o seu plano tecnológico pretende dotar e dotou as suas entidades de computadores com monitores com resolução pelo menos igual ou superior a 1024X768. Ainda assim, numa época de transição deve ser prevista a utilização de resoluções inferiores.
Ainda assim, podemos dizer que este site está razoavelmente bem preparado. Não sendo muito específica esta análise em termos de código, posso dizer que as imagens estão identificadas com o elemento “alt”. Contudo, o grande problema deste site, no meu ponto de vista, é que não há um contraste assim tão bom entre texto e fundo, o que pode causar problemas na leitura não só a quem tem problemas de visão, mas também a quem os não tem, mas que num dado momento pode estar numa situação de visualização ou interacção com o sistema diferente da habitual. A diferenciação pela cor não é a mais eficaz, pelo que talvez pudessem tentar encontrar um compromisso melhor entre cores do texto e cores do fundo. O site ainda recorre a tabelas. Contudo o posicionamento é feito mediante CSS o que permite, desta forma, cumprir os standards do W3C.
De acordo com o sistema de validação automática “W3C Markup Validation Service v0.7.4″, o site contém apenas 1 erro que se refere a um atributo “align” que o sistema diz não possuir. Ainda assim e testar o site com o DA SILVA ou o HERA, disponíveis a partir do site acessibilidade, podemos verificar que há mais uns erros que não foram detectados. Ainda assim, no geral o site parece estar dentro dos padrões, sendo que cumpre as directrizes de acessibilidade de um modo geral, sendo que isso não invalida algumas mudanças ou melhorias no site.
Até ao próximo post,
Nuno Regadas.
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A minha análise vai recair sobre o Portal do Ministério da Justiça.
Numa primeira fase a minha análise vai centrar-se na primeira página.
No que diz respeito ao organismo que tutela o site, verifica-se que o site contém informação sobre a entidade que o gere. Nos podemos entrar em contacto com o webmaster. Contudo, temos de preencher uma ficha que depois é enviada ao organismo que controla o portal.
O portal disponibiliza ainda alguma informação sobre a política de privacidade.
Os dados sobre os contactos estão disponibilizados no portal. Mas ainda assim em muitos casos ficam-se pelos documentos PDF. Esta análise exige um maior grau de estudo. Contudo, numa primeira fase talvez fosse interessante não disponibilizar a informação somente em pdf. Deveria também ter em texto para um mais rapidamente se encontrar o que é pretendido. Estando em pdf exige-se a leitura por outro programa. Estando em html, é mais rápido e fácil o acesso à informação.
Apresentação da informação
Em termos de texto, são utilizadas fontes sem serif, sendo que o tipo de letra utilizado ao longo do site, pelo menos da primeira página. Há uma coerência no tipo de letra e cores utilizadas. O site é de resto coerente no que a este ponto diz respeito. O site está graficamente bem conseguido e revela preocupações que não só estéticas. Uma crítica que se pode fazer é logo no que diz respeito ao menu principal. Uma vez que não permite um grande contraste. O fundo é claro e os links que não estão activos também têm uma cor algo clara, uma espécie de castanho.
Os downloads estão assinalados com o tamanho do ficheiro. Um problema é o que acontece com as versões em línguas diferentes. A língua inglesa funciona bem, mas o problema é que estando na versão em português, ao entrarmos numa secção chamada O ministério, estrutura-organica, verificamos que do lado esquerdo aparece um menu totalmente em inglês que inclui noções de acessibilidade. Seria mais interessante se tivesse este menu em português. Para além disso a função de pesquisa está assinalada inglês. É uma inconsistência pelo que deveria ser revisto.
Em termos de login, também podemos verificar que os formulários de user e password também estão em branco. Em termos de leitura de ecrã este ponto poderia ser revisto facilmente pelo administrador do site.
Em termos de mapa do site. O que poderia ser alterado? Temos um fundo cinza com letras castanho claro por cima. Não há grande contraste pelo que a visualização pode ser prejudicada. Ainda assim, a própria hierarquia da informação poderia ser revista. Uma vez que não há distinção entre o que são as secções e os artigos dentro dessas secções, para além de uma pequena identação. Se a fonte das secções fosse diferente da utilizada nos outros tópicos, seria mais fácil a distinção entre estes.
Uma das áreas mais características de um site de administração pública é a área de links. Neste caso o portal possui uma área com esse nome, onde as ligações são assinaladas com uma pequena imagem que diz URL. Ainda assim, devo assinalar o elevado número de clicks como uma das principais desvantagens deste portal. São necessários três clikes para o utilizador chegar ao link pretendido, quando isso poderia ser feito com recurso a apenas 2.
No site estão disponíveis ficheiros em PDF, contudo, não há um link para fazer o download deste software.
A primeira página é rápida a fazer o download, sendo que com os actuais padrões de Internet de anda larga não deve haver problemas de maior no loading da página. Ainda assim, se não tivermos uma velocidade de ligação de banda larga, podemos ter alguns problemas.
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A minha pesquisa para ergonomia das aplicações multimédia vai estar relacionada com o e-learning e formas de ensino à distância. Como tornar o ensino à distância inclusivo? Como trabalhar para diferentes formas de interacção com o sistema?
É o que me proponho fazer, sendo que vou incidir sobretudo na plataforma Moodle, tentado melhorar a acessibilidade tanto quanto possível. Para além disso vou ter em consideração alguns sistemas de apoio aos estudantes, particularmente importantes para aqueles que não estão habituados a trabalhar com estas tecnologias.
Proponho a leitura:
La frustración del estudiante en línea
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Este blog vai acompanhar a disciplina de Ergonomia de Aplicações Multimédia e a investigação decorrente desta cadeira. Convido os meus colegas a participarem no blog, através dos comentários, para que seja mais dinâmico e não só um repositório de informação minha.
Até ao próximo post,
Nuno Regadas