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Em relação ao moodle, como eu não sei de programação em php, recorri à ajuda do professor Pedro Costa, que amavelmente me ajudou em alguns dos tópicos que eu pretendia melhorar. Muitas das coisas que se pretendiam fazer necessitam de um maior aprofundamento em termos de investigação e praticabilidade. Contudo, no que diz respeito aos campos de formulário de login, a questão foi resolvida. Por predefinição já consigo fazer aparecer no campo user e password um texto que é lido pelo programa de leitura de ecrã, auxiliando na navegação.
Até ao próximo post,
Nuno Regadas.
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Documento de análise do projecto. – EAM – Nuno Regadas – 2007
Em termos de metodologia:
Analisar dois sistemas moodle em termos de acessibilidade. Se os resultados dos testes forem semelhantes, sigo somente um modelo de análise automática.
Já há algum trabalho realizado nesta matéria da acessibilidade do moodle. Contudo, ainda não há uma sistematização das alterações a serem feitas no moodle juntamente com a forma de as fazer. Esse seria um pouco o que eu pretendia fazer, sendo que não deverei ser capaz de implementar muitas das alterações pretendidas dentro dos limites de tempo impostos.
Neste momento a minha prioridade é perceber de que forma posso proceder às alterações no moodle a nível de php para chegar ao código html que é gerado automaticamente.
Uma questão é falar do que pode ser mudado, outra, diferente, é falar do que deve ser mudado tendo em consideração as várias vicissitudes da programação e aquilo que ela envolve.
Para tal vou-me basear, neste primeiro esboçar de artigo final, em textos retirados da Internet e do wiki de ergonomia. Para além destes vou ainda referir a necessidade de testes e análises futuras, uma vez que estes fazem parte do meu plano de trabalho.
Assim começamos pelas modificações de primeira prioridade que deveriam ser feitas ao moodle. Nesta fase posso referir a impossibilidade de neste momento proceder a alterações uma vez que não domino a programação necessária para levar a cabo as alterações.
Começamos logo pelos equivalentes textuais. As imagens, gráficos e pequenos gifs que são relevantes devem ter equivalentes textuais, pois caso o moodle seja visionado por um utilizador de programa de leitura de ecrã, não consegue “ver” a imagem em causa. No que a este ponto diz respeito, o moodle, por predefinição até apresenta a possibilidade de termos equivalentes textuais, mal introduzimos uma imagem na visualização. Contudo, no que às imagens que já estão por predefinição no moodle, não sei como alterar o seu atributo alt, uma vez que não nos é possível aceder a um código html comum, onde estas alterações normalmente são introduzidas.
Referentes textuais
Ainda assim, idealmente, todas as imagens que em si têm informação relevante devem possuir atributo alt. Não devemos confiar no título da imagem porque essa informação não é lida por pré-definição pelos programas de leitura de ecrã. Mas não devemos abusar e chegar ao extremo de por atributo alt em todas as imagens. Porque aquelas que não possuírem informação útil, deverão ter um atributo alt nulo, ou seja, atl=””. Contudo, esta simples alteração não me é possível fazer neste momento porque ainda não consigo aceder ao código base, pelo que preciso de mais investigação neste sentido.
No caso da utilização de animações flash para a apresentação da disciplina, estas introduções deverão também ter um equivalente textual para que alguém que utiliza um programa de leitura de ecrã. Aqui seria utilizado o atriubuto longdesc. Um exemplo seria:
. Este atributo precisa de ser trabalhado para ver até que ponto ele funciona bem no sistema moodle.
Ao utilizar animações em flash devem ser também usadas construções alternativas para que os conteúdos sejam também acessíveis mesmo se não for possível aceder a esses conteúdos.
Cores
No que diz respeito à utilização de cores esta também é uma preocupação mais fácil de conseguir no que diz respeito a alterações possíveis no moodle. Para isso basta modificar a css que controla as cores, ainda que essa css possa ou não existir, dependendo de modelo para modelo. Ainda assim, é de assinalar a possibilidade de criar novas folhas de estilo podendo estas ser acrescentadas ao nosso moodle sem que para isso sejam necessárias grandes alterações ou complicações em termos de programação (basta fazer as folhas de estilo). É necessário desenvolver um layout que permita ter um grande contraste entre as cores de fundo e a forma. Havendo esse contraste deixa de haver problemas na percepção dos elementos por um certo grupo de pessoas com problemas visuais.
Em termos de ferramentas para analisar o contraste das cores temos várias ao nosso dispor, sendo que posso utilizar o (http://www.snook.ca/technical/colour_contrast/colour.html). Desta forma posso ter total certeza aquando da utilização de uma ou outra cor no meu layout em desenvolvimento.
Alterações na língua
Como estamos a falar de um produto que vai ter termos científicos, muitos deles em Inglês, poderá ser necessário acautelar o utilizador da alteração de língua durante o texto. Para isso deveria ser utilizado o seguinte código: “como bichinho comum o “Fly”. Assim temos em consideração este ponto de verificação de prioridade 1.
Tabelas de dados
O moodle é principalmente constituído por tabelas de dados, sendo que todas elas devem estar identificadas com cabeçalhos (colunas e linhas). Desta forma os dados são disponibilizados as pessoas de forma mais eficiente e de uma forma acessível.
Documento que seja acessível sem as folhas de estilo
O moodle, de origem, já vem preparado para ser visualizado sem as folhas de estilo pelo que este ponto de verificação não é um problema. Algo que ainda precisa de mais atenção é a construção de uma nova folha de estilos, sendo que algumas das alterações que lá fizer podem ser benéficas para melhorias da acessibilidade. De que forma posso melhorar a acessibilidade pela alteração de uma folha de estilos? Este ponto precisa de uma investigação posterior.
Navegação
Neste ponto importa referir algo que, apesar de não ser de prioridade um, tem grande influência na navegação. É o tab índex. Isto porque na avaliação manual em que usei o jaws e o opera, deu para ver que o tab deslocava o cursos imediatamente para os formulários. Ainda assim poderiam ser criadas zonas de interacção para que o tab se deslocasse para la e depois, pelo controlo dos links o utilizador chegasse onde queria.
Um dos pontos que referi na anterior avaliação e que poderia ser um ponto a favor era a navegação através do teclado alfanumérico. Contudo, também há quem defenda que não se deve utilizar este tipo de navegação. Ainda assim, se conseguir implementar estas questões gostaria de aprofundar um pouco mais o que pode, deve ou não deve ser feito. Este tópico precisa ainda de maior aprofundamento, sendo que a conversa com alunos com dificuldades de percepção visual, parcial ou total.
Formulários
A questão dos formulários preocupa-me pelo facto de não estarem identificados como tal, e por causa dos programas de leitura de ecrã não lerem esses campos em branco. Por formulários refiro-me principalmente aos formulários de log in. Ainda assim há a preocupação com os formulários desenvolvidos por empresas externas ao moodle como a área de edição de html.
Mas para modificar estas áreas seria necessário ter um nível de conhecimento mais profundo que eu não possuo.
Futuro:
Brevemente vão ser realizados testes de usabilidade com alunos do secundário, bem como, num futuro próximo, com utilizadores com dificuldades de percepção visual, parcial ou total.
Estes testes vão-me permitir tirar mais conclusões que vão levar à adopção ou não de novas maneiras de trabalhar o moodle.
Com base nestes testes e nos outros trabalhos levados a cabo por investigadores no campo da acessibilidade do moodle, tal como Nick freear.
O objectivo principal desta análise é ter dados concretos que me permitam, ao abordar especialistas e administradores do moodle, ter os conhecimentos necessários das falhas da plataforma. Um dos meus objectivos é poder escrever um artigo científico que aborde o tema da acessibilidade no moodle. Já tenho a decorrer nos fóruns do moodle da comunidade moodle internacional e portuguesa vários tópicos que espero que venham a dar boas rampas de lançamento para temas que pretendo abordar tanto para esta cadeira como para o meu estágio e a investigação que estou a levar a cabo.
Até ao próximo post,
Nuno Regadas
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Análise heurística – parte 1
1. Visibilidade do estado do sistema:
Conformance Question: Os utilizadores têm por parte do sistema um feedback que lhes permita saber onde estão em tempo útil?
Evidence of Conformance: O sistema deve indicar nitidamente ao utilizador
como se processa a navegação no site e como este responde. O que verificamos é que o sistema dá feedback sobre o estado do sistema, onde estamos. Contudo não dá o como fomos lá parar. No menu principal podemos ver que ao passarmos por cima dos elementos do menu há um feedback sonoro e visual (este de duas formas – a imagem ganha cor e aparece um balão com o nome da secção a que se dirige).
Mas quando entramos no link, vemos que o link do menu principal não fica assinalado. Ainda assim aparece um heading que nos remete para o local onde estamos, pelo que não é grave não aparecer de início.
Motivation: A ansiedade é muito reduzida porque os sons que ouvimos ao passar por cima do menu principal são muito interessantes e ricos em informação pelo que nos distraem. São estes pormenores, aliados ao espírito do site que não nos levam a ficar impacientes com determinadas demoras no processo de encontrar a informação. Mas como ficou provado nos testes com utilizadores, se esta navegação onde é suposto perder algum tempo para conhecer pode ser um ponto a favor, também pode ser o seu inverso, um ponto negativo.
2. Sistema e mundo real:
Conformance Question: O sistema apresenta uma navegação que utiliza metáforas do mundo real com elementos utilizados no site?
Evidence of Conformance: O sistema utiliza para a navegação algumas imagens que podem ser consideradas como muito conhecidas por todas as pessoas. Há uma certa semelhança entre conceitos e imagens utilizadas no site com os do mundo real, o que ajuda na navegação. A navegação fica enriquecida e interessante por isso mesmo, uma vez que se consegue ter um menu muito interessante e que nos remete para a exploração. Mais uma vez encontramos elementos da vida real. O menu foi desenhado de forma a parecer um ambiente de savana em que nos temos de explorar. Uma opção muito interessante.
Motivation: A opção de navegação é interessante, contudo, algumas das relações feitas podem não ser imediatamente perceptíveis, o que ainda assim, não prejudica muito a navegação no site. Mais uma vez recordo que o site deve ser divertido e exploratório, mas a principal função é mostrar o que faz aquela escola, por isso também é informativo. Há links fora do menu principal para as coisas mais imediatas, tais como contactos ou áreas de estudo da escola, o que é uma opção muito interessante.
3. Controlo e liberdade do utilizador:
Conformance Question: Têm os utilizadores total liberdade para fazerem o que querem, quando e onde quiserem?
Evidence of Conformance: Neste site o utilizador tem liberdade para fazer o que quiser sempre que o desejar. A estrutura não é muito profunda em termos de links pelo que o utilizador, mesmo navegando de um lado para o outro do site, não se perde, nem tem a noção de vazio. Não há um caminho navegacional a seguir, a navegação é randomizada, pelo que um dado utilizador pode em qualquer momento fazer aquilo que entender melhor. Uma das vantagens deste site é a navegação assumir um carácter exploratório, o que pode retirar a sensação de controlo total ao utilizador. Isso acontece, mas a um nível inconsciente, uma vez que conscientemente o utilizador vai para onde quer quando quer.
Motivation: No site as acções por erro são quase uma constante. Apesar dos testes de usabilidade revelarem que a navegação nem é um problema assim tão significativo quanto isso, porque permite uma imersividade, os erros acontecem. Contudo, este site tem um carácter exploratório, pelo que esses erros, minorados pelo surgir de um balão com o nome da secção a que se refere. Mas em termos gerais a navegação e o controlo do utilizador estão bem estruturados.
4. Consistência e standards:
Conformance Question: Os vários elementos do site mantêm-se de umas páginas para as outras ou há alterações?
Evidence of Conformance: Os elementos do menu principal mantêm-se ao longo de toda a navegação, inalterados, sem qualquer alteração. As alterações que ocorrem são quase inexistentes, consistindo só num deslocamento de 3 links para o lado direito do site.
Motivation: Como não há quase nenhuma alteração não há muito a dizer sobre este ponto. A consistência é respeitada ao longo do site, e não se requer nenhuma experiência adicional para interagir com ele.
5. Prevenção de erros:
Conformance Question: Pode o utilizador cometer erros?
Evidence of Conformance: Sim. Este site não tem uma prevenção de erros muito grande. O menu principal não é muito intuitivo, mas como referido anteriormente, esse não é um dos objectivos do site. A navegação pela exploração é uma constante, pelo que nesse sentido o site funciona muito bem. Para além disso há relações imagem-significado nos vários links do menu. Juntos funcionam bem, sendo que para alguns utilizadores essas mensagens não são claras e levam a que sejam cometidos erros.
Motivation: Este site aparenta ser um poço de contradições. Apesar de poder induzir a erros, não podemos dizer que todos os utilizadores do site se sintam frustrados ao navegar nele. Isto porque como o site pertence a uma escola de publicidade, a maior parte dos seus alunos são já pessoas formadas, e muitas delas podem apenas querer navegar sem ter nenhuma preocupação em encontrar informação. Para aqueles que apensas querem encontrar informação, também o conseguem fazer, ainda que possam demorar algum tempo, o que pode sem dúvida, levar a frustração e desmotivação. Contudo, o carácter divertido do site, pode aliviar essas sensações negativas.
6. Reconhecimento em vez de lembrança:
Conformance Question: Os vários elementos e opções são visíveis no site, ou é o utilizador obrigado a lembrar-se desses elementos?
Evidence of Conformance: A forma de chegar a determinados elementos faz-se por reconhecimento em vez de lembrança. Contudo, neste aspecto talvez seja mais produtivo fazer o mesmo teste com as mesmas pessoas para ver se elas comentam, “deixa ver se me lembro” ou então se vão directas ao que lhes é pedido. Alguns elementos não são fáceis de perceber onde estão, sendo que se faz a navegação por lembrança em vez de conhecimento. Contudo, os links mais importantes são feitos por reconhecimento.
Motivation: Neste ponto, o que se pode dizer é que o grau de lembrança requerido não se prende com o ter ou não de dominar linhas de código, ou nomes extensos. Deve-se à grande profusão de elementos de navegação, e em alguns casos, à relação objecto-conteúdo, não ser muito explícita.
7. Flexibilidade e eficiência no uso:
Conformance Question: O utilizador tem ao seu dispor atalhos para links muito frequentados ou ferramentas que lhe permitam navegar mais depressa no site?
Evidence of Conformance: O utilizador não pode costumizar a sua navegação. Contudo, os links mais importantes, como os cursos desta escola estão presentes no menu em flash, em cima, e no menu em baixo em html, estando sempre presentes. Desta forma, quem quer apenas, de forma rápida aceder aos cursos da escola pode fazê-lo. Quanto ao resto, nada pode ser feito.
Motivation: Neste caso, algumas tarefas podem levar a frustração, porque a forma de navegar no site recorre constantemente à exploração. Ainda assim, a inclusão por redundância dos links para os cursos da escola, penso ter sido uma opção de recurso para evitar essa frustração àqueles que apenas pretendem informação sobre os cursos.
8. Design minimalista:
Conformance Question: Há elementos raramente usados que sã utilizados no site?
Evidence of Conformance: Uma das heurísticas mais controversas de todas, uma vez que se prende com a pura e simples eficácia e produção do sistema em termos práticos. Há elementos que raramente são usados pelo utilizador, mas todos os elementos devem ser vistos na perspectiva de um todo, algo que funciona bem enquanto conjunto e lhe confere o carácter interessante e divertido.
Motivation: Não há muito a dizer. O site funciona bem porque tem este grafismo e todos os elementos funcionam de forma integrada.
9. Reconhecimento e recuperação de erros:
Conformance Question: O sistema dá uma mensagem de erro sem códigos, numa linguagem acessível a qualquer utilizador, sugerindo uma resolução?
Evidence of Conformance: Não há sistemas de reconhecimento de erros como estes no site, bem como não há sistemas de ajuda ao utilizador o que poderia ser colmatado com a presença de um simples mapa do site.
Motivation: Não penso ser necessário um motor de busca no site, dada a filosofia do site. Isto porque alguns dos pontos mais importantes do site estão logo presentes na primeira página. Contudo, se um utilizador errar, percebe imediatamente que errou e volta atrás no site uma vez que todas as áreas estão devidamente assinaladas. As mensagens de erro também não fariam muito sentido neste site, visto ter poucos níveis de profundidade e de ter uma navegação rápida, ainda que exploratória.
10. Ajuda:
Conformance Question: O sistema tem documentos que ajudam o utilizador na pesquisa e navegação?
Evidence of Conformance: Não há como referido mapa do site, nem motor de busca. Mas as tarefas que se podem fazer no site não ultrapassam um link para as cumprir. Por esse motivo não faria muito sentido ter um motor de busca. Se a escola pretendesse fazer outro tipo de abordagem como disponibilizar informação sobre os alunos, professores, etc., uma espécie de base de dados, ai sim sugeria que o site tivesse um motor de busca. Ponto negativo é não ter um mapa do site.
Motivation: O sistema não precisa de documentação adicional para se interagir com ele. É simples, mais ou menos eficaz (dependendo das situações). Por isso funciona bem sem documentação adicional.
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Teste com utilizadores – Lisbon Ad School
Escolhi este site, que apesar de ter pouca profundidade em termos de links, é algo parecido com um projecto de estágio que tenho de desenvolver e ainda estou a iniciar. Por serem tão semelhantes escolhi este site.
Os testes com utilizadores não revelaram grandes surpresas, sendo que as variáveis “pergunta mais complexa” e grande possibilidade de navegar por diversos caminhos num menu já por si muito apelativo, podem ter sido os pontos mais difíceis de interpretar.
O meu objectivo:
Perceber se um site informativo consegue ter ao mesmo tempo um lado divertido e que atraia os jovens, sem prejudicar muito a usabilidade.
Perfil de utilizadores:
Para ter uma amostra mais completa decidi utilizar diferentes tipos de utilizador.
Um utilizador de 21 anos da área de comunicação, com frequência universitária, outro utilizador da mesma idade, em frequência universitária mas na área da Biologia, e um utilizador de 14 anos a frequentar o 8º Ano de escolaridade.
Perfis de utilizador diferentes, em que mostram os 3, perfis significativamente diferentes.
As tarefas: O que se pedia ao utilizador era algo simples mas que, dada a grande possibilidade de navegação por vários e atractivos elementos, poderia levar a que uma tarefa fosse mais difícil do que outra.
1 Tarefa – Encontre no site informação relativa a contactos.
(necessário um passo apenas: no menu principal temos o link fala connosco. Podia ser encontrada de outra forma uma vez que os contactos estão sempre presentes no
2 Tarefa – Encontre no site uma secção de links para livros e neles o “Copy Writer’s Bible”.
(envolve dois passos. Um ir a “o nosso mundo” e escolher no lado direito o link “Copy Writer’s Bible”)
3 Tarefa – Encontrar no site a área de trabalhos dos alunos.
(Ir ao link alunos – um passo).
Resultados:
Utilizador da área de comunicação:
Tarefa 1
Conseguiu num só passo encontrar as informações seguindo o meu percurso definido, demorando apenas 8 segundos e 36 décimos.
Tarefa 2
Não teve grandes problemas em chegar ao que eu pretendia. Errou no primeiro passo tendo feito mais de 5 cliks para lá chegar. Voltou atrás e conseguiu ao segundo clik. Andou algo perdida pelo site, mas estando dentro da própria filosofia do site esta imersão num ambiente diferente e divertido, não se pode considerar grave. Demorou 1 min, 24 segundos e 27 décimos.
Tarefa 3
Foi directa ao link “alunos” onde encontrou logo o que era pretendido. Demorou 8 segundos e 21 décimos.
Conclusão:
Pertence a um público que está habituado a utilizar a Internet como ferramenta de trabalho pelo que não se deixa intimidar pela grande escolha ou pela difícil navegação.
Utilizador 2
(Área de Biologia)
Tarefa 1
Na primeira tarefa demorou 59 segundos e 06 décimas mas encontrou à primeira aquilo que se pedia. Encontrou em apenas 1 clik.
Tarefa 2
Esta tarefa foi algo complicada para este utilizador. Comentava várias vezes que chata que era a tarefa, ainda que se tenha deixado impressionar pelo grafismo e ter revelado que gostava muito, principalmente, do leão. Errou no primeiro passo e voltou atrás. Voltou a errar e desistiu. Apesar de ter perdido tempo a explorar o site não se sentiu motivada para continuar a pesquisar. Desiste aos 2 min, 57 segundos e 62 décimas.
Tarefa 3
Esta tarefa não foi difícil e demorou apenas 6 segundos e 07 décimas.
Conclusão:
Este tipo de utilizador faz uso da Internet mas não de forma assídua e gosta de ter as coisas mais explicitas do que aquilo que lhe foram apresentadas. O grande número de possibilidades para navegar pode ter sido prejudicial para este utilizador, ainda assim, disse no final que o site estava muito giro e que era capaz de lá ficar horas a descobri-lo.
Utilizador3
Tarefa 1
(jovem estudante do 8º Ano de escolaridade)
Precisou de errar uma vez no primeiro passo para depois, ao segundo clik lá chegar. Encontrou o que lhe era pedido em 1 min, 12 segundos e 67 décimos. É um utilizador inexperiente na Internet pelo, sendo que adopta uma postura muito mais de exploração que outra coisa qualquer.
Tarefa 2
Mais uma vez decidiu explorar o site pelo que errou no primeiro passo. Ainda assim cumpriu bem quando na seguinte tentativa faz os dois passos sem problema, demorando no total 1 min e 20 seg.
Tarefa 3
Nesta tarefa já tinha explorado bastante pelo que no primeiro clik encontrou o que lhe propunha. Demorou apenas 4 segundos e 50 décimos.
Conclusões:
Tem um comportamento exploratório e de clickar compulsivamente em todos os links sem se preocupar muito com aquilo em que está a entrar.
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É já hoje que apresento o meu projecto de EAM à turma.
O projecto já tem uma longa investigação, uma vez que consegui encontrar algo que fosse compatível com o meu projecto de estágio. Assim já disponibilizei alguns conteúdos da minha investigação. Ainda assim, vou colocar mais um que quero também mostrar na apresentação.
Proposta de alteração do Moodle
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Deixo aqui os links para a instalação de barras web developer para Internet Explorer e Opera. Antes de instalarem devem ser as informações para ver se o browser (versão) é compatível e para terem noção de que algumas das funcionalidades normais das ferramentas internas dos browsers podem ser substituídas pela barra, como acontece no opera.
Toolbar Internet Explorer
Toolbar OPERA
Deixo também o link para uma das páginas que vi durante a investigação para o meu projecto. Vejam se vos interessa algum dos add-ons que lá estão, uma vez que nos podem a ajudar a completar ainda mais uma possível avaliação que viermos a fazer.
Até ao Próximo post,
Nuno Regadas.
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No decorrer da minha investigação sobre acessibilidade, incidindo também na acessibilidade no moodle, encontrei os seguintes links:
Fórum acessibilidade moodle
E-Learning for Visually Impaired Persons Consortium for E-learning Accessibility/C4EA
WATS.ca – web accessibility technical services | Using Accesskeys – Is it worth it?
IMS Global Learning Consortium
Improving the Accessibility of Moodle
Este e outros links vão ser explorados na próxima aula de ergonomia das aplicações multimédia.
Até ao próximo post,
Nuno Regadas
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Para quem utilizar o mozilla firefox, e para aqueles que não o fazem, aconselho-vos a instalar a web developer tool. O que é isto? Basicamente é um conjunto muito grande de ferramentas que ajudam não só no design, mas também nas questões de acessibilidade. Porquê? porque tem incluído um sistema de validação de htlm, css, WAI, entre outros. Instalem no firefox, usem e abusem…é muito útil.
Fica a sugestão – Web developer tool.
Até ao próximo post,
Nuno Regadas
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A minha pesquisa para ergonomia das aplicações multimédia vai estar relacionada com o e-learning e formas de ensino à distância. Como tornar o ensino à distância inclusivo? Como trabalhar para diferentes formas de interacção com o sistema?
É o que me proponho fazer, sendo que vou incidir sobretudo na plataforma Moodle, tentado melhorar a acessibilidade tanto quanto possível. Para além disso vou ter em consideração alguns sistemas de apoio aos estudantes, particularmente importantes para aqueles que não estão habituados a trabalhar com estas tecnologias.
Proponho a leitura:
La frustración del estudiante en línea
